Circle Circle
Você tem dúvidas?

Perguntas comuns

Sim, são processos e públicos diferentes. Escolha profissional são 4 encontros e são pessoas que querem pensar melhor nas opções de cursos (graduação ou não) e estão iniciando a sua caminhada profissional. Planejamento de carreira são 5 encontros, muitos estão trabalhando e querem examinar os cenários possíveis de carreira, dentro da sua área ou fazer uma transição. O planejamento pode ser realizado com alunos de graduação que estão na metade do curso.

Normalmente a partir do nono ano do Ensino fundamental (muitos precisam escolher um ensino médio mais adequado as suas características). No ensino médio é muito frequente. Cabe ressaltar que esse trabalho não precisa ser realizado exclusivamente no terceiro ano. Pode ser feito durante o curso do ensino médio. Também alunos que estão iniciando um curso superior ou técnico.

Alunos que estão com 50 por cento do curso de graduação concluído podem participar do processo de planejamento para verificar quais os campos de atuação mais adequados a sua personalidade. Pessoas que já estão trabalhando e querem explorar melhor as suas opções de carreira (promoções, transição de carreira, etc). Profissionais que estão se sentindo insatisfeitos no seu trabalho (falta de reconhecimento, pouco desafiados, vida pessoal em conflito com a vida profissional, por exemplo). Profissionais que estão em processo de aposentadoria e querem se conhecer melhor e ter um plano futuro. .

Não. Há muitos testes vocacionais na internet e não são confiáveis. Um teste vocacional deve ter muita pesquisa e uma teoria consistente por trás de sua construção. Isso demora um bom tempo e custa dinheiro. O teste que utilizamos foi aperfeiçoado pelo professor Marcos Balbinotti, que tem doutorado pela Universidade de Montreal (Canadá).

Não. Estamos sempre pensando na nossa carreira. A diferença é quem participa de um processo de autoconhecimento profissional se conhece melhor e terá condições para tomar decisões profissionais mais adequadas ao seu jeito quando precisar.

Claro que há. A sociedade, o mundo do trabalho, as habilidades dos profissionais mudaram muito nos últimos anos. Às vezes os pais não se dão conta dessa mudança e querem ajudar os filhos a partir da sua experiência de tomada de decisão.

Não. Muitas pessoas não querem fazer uma graduação, mas estão pensado em um curso técnico ou querem se conhecem melhor dentro do seu campo de atuação.

Os principais são: economia de tempo, dinheiro e satisfação. Ao invés de iniciar os estudos e não ter certeza, com um profissional especializado há uma economia de tempo e de dinheiro. Um semestre significa esses dois aspectos, por exemplo. Ao iniciar um curso, trabalho que a pessoa se identifique há uma melhor satisfação e um aumento de qualidade de vida.

De forma alguma. Muitos terapeutas nos encaminham pessoas. Focamos o nosso trabalho nas questões profissionais. Na terapia são trabalhados outros aspectos emocionais. São questões diferentes, mas que se complementam.

Essa é uma pergunta muito frequente. Cada pessoa tem um tempo diferente para tomar decisões profissionais. Entre filhos isso acontece. Alguns estão mais claros e outros precisam de uma pequena ajuda. Isso não é fraqueza ou um problema, mas jeitos diferentes.

Praticamente a mesmo resposta da pergunta acima. Mesmo dentro de uma turma de ensino médio, por exemplo, cada um está em momentos diferentes de escolha. Isso é natural. E talvez alguns alunos precisam de um tempo maior e ajuda para tomar uma decisão.

Isso depende do que é mais importante para a pessoa. O ideal é pensar em opções que essas duas questões estejam presentes. E uma mentoria de carreira pode ajudar muito as pessoas a avaliarem isso.

O mercado de trabalho deve ser avaliado, mas ele mudou muito nos últimos anos. Claro que os cursos mais tradicionais (Direito, Medicina, Engenharia) as pessoas sabem o que esses profissionais fazem e fica mais fácil entender essa escolha. Nos últimos 20 anos surgiram milhares de novas profissões e com um mercado a ser explorado. Entender o mercado e saber das suas potencialidades ajuda muito a lidar com essa questão.

Claro que sim. As vezes a escola não tem acesso há um instrumento de interesses (teste vocacional) confiável e nos contrata. Isso ajuda os alunos a se conhecerem melhor e aproveitar esse trabalho dentro de um trabalho sistemático que a escola desenvolve.